Para a Psicologia, o preto é a cor que expressa a ausência de consciência, o aprofundamento na obscuridade.
No Ocidente tem sido grande o preconceito para com as pessoas de pele negra; no entanto, a grande história do Cristianismo conta que um dos reis magos era negro.
Igualmente grande é o preconceito com relação a animais escuros, como a popular superstição do gato preto associado com falta de sorte.
Mas a cor preta também é vista como um símbolo de negação da vaidade material, talvez esse seja um dos motivos pelos quais os sacerdotes católicos tenham usado essa cor em suas batinas por longo tempo.
O preto é usado no período de luto e representa também a promessa da futura ressurreição.
Na cultura hindu encontramos algumas divindades cuja cor é o preto, normalmente são assustadoras.
Em algumas culturas essa cor é vista como a representação da inocência privada de influências, é a meta final do homem durante o processo de purificação.
Mas o branco também pode ser visto com negatividade, como a palidez da morte. No Oriente é a cor da velhice, do outono.
Preto e Branco, além de elegantes, estão associados ao Yin e Yang, antiga representação chinesa do dualismo. O Yin é o feminino, o Norte, o frio, a doçura, a terra, a passividade, a umidade, a escuridão, o preto; o Yang é o masculino, o Sul, o calor, a dureza, o céu, a atividade, a secura, a luz, o branco. A forma como estão representados mostra claramente, numa cultura tão antiga e sábia, a necessidade de integração das duas forças, Yin atrai Yang que atrai Yin e assim infinitamente. Não há conflito ou disputa entre preto e branco, feminino e masculino, mas sim a complementação de um pelo outro. Esse antigo símbolo mostra que: um só faz sentido ao lado do outro, um só existe porque o outro também existe.

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